( Lc. 15.18,19)
• Certo rapaz (25anos e órfão) falou nesta semana na televisão: “Enquanto não nos sentimos filhos nossa vida está incompleta”
Enquanto não experimentamos a paternidade de Deus nossa vida cristã nunca estará completa.
• O pecado não destrói nossa justificação nem anula nossa adoção. Apenas danifica nossa relação como filhos de Deus.
• O pecado não muda Deus conosco. (Deus não muda) Mas nos muda para com Deus.
• Ao pecamos, não conseguimos ver Deus como Pai, senão como patrão e juiz. Veja o filho pródigo.
• Assim, mais grave que o pecado que cometemos, é o que ele faz conosco. Ele cega nossa posição de filhos.
• Assim acabamos fazendo 2 coisas:
1º. Negamos o pecado ou sua gravidade. 2º. Nos entregamos ao pecado.
• Quando pecamos Deus continua nos tratando como filhos. Mas nós somos tentados voltar se vê como escravos.
I. E COMO PAI NOS TRATA QUANDO PECAMOS?
1. Aos maiores religiosos da época Jesus chama de filhos do diabo.
2. A Zaqueu, um ladrão corrupto, Jesus chama de filho de Deus. O que nos ensina?
3. Enquanto não admitimos nosso pecado, o perdão do Pai não nos alcançar. Por que?
4. Levantamos uma parede de separação entre nós e Deus, de forma que não recebemos o seu abraço.
5. Ficamos simplesmente do lado de cá do muro sem ter noção se Deus ainda está perto ao muro do lado de lá.
6. Não sabemos se ele está nos esperando com os braços abertos ou com uma vara na mão.
7. Não sabemos se ele está sorrindo para mim, chorando ou com cara de mal.
8. A parede que levantei me impede de vê-lo.
9. Mas Deus me vê e ele fica do lado de lá olhando nossas caras e bocas.
1. As vezes Deus bate no muro para sabermos que Ele ainda está lá. Mas nós achamos que é sua ira querendo nos pegar.
2. Deus ficará do outro lado do muro o quanto for preciso até que o derrubemos e corramos para os seus braços chorando.
3. Perceba que o grande perigo não está em Deus desistir e não está mais ali.
4. O grande perigo está em acharmos isso e irmos embora deixando-o lá sozinho.
5. Se do lado de cá reconhecermos que realmente pecamos e bater forte neste muro para derrubá-lo Deus começará também bater do outro lado para derrubar o muro mais rápido.
II. É EXATAMENTE ISSO QUE A HISTÓRIA DO FILHO ESTÁ ENSINANDO.
1. É o filho quem se afasta. O Pai continua no mesmo lugar.
2. Enquanto as riquezas do pecado existem não nos sentimos miseráveis pecadores.
3. Achamos que não precisamos tanto de Deus assim. Afinal, nosso pecado também nos dá satisfação.
4. É preciso que acabe todo prazer dos nossos pecados para realmente voltamos para Deus como Pai.
5. Enquanto ainda estamos de coração dividido entre o prazer da presença do Pai e o prazer que o pecado proporciona, não cairemos em si. Continuamos distantes Dele.
6. Por isso nunca vencemos aqueles pecados persistentes em nossa vida.
7. As vezes tentamos nos convencer que tal pecado não afetará minha relação com Deus.
• Mas sentimos Deus distante várias vezes*.
• Sentimos sequidão de amor em nosso coração várias vezes.
• Temos apenas momentos de sua presença e seu amor, como se Ele viesse e fosse toda hora.
III. ENTENDE. NÃO PODEMOS PEDIR PARA DEUS TIRAR DE NÓS O DESEJO PELOS ÍDOLOS E PECADOS DO NOSSO CORAÇÃO.
1. Em outras palavras, não podemos pedir a Deus para tirar nosso amor desses ídolos e colocar em nós amor por Ele.
Ex: “Tire de mim o amor pelo vício... pelo sexo ilícito... pela sede de dinheiro... e coloque em mim amor por ti”
2. Deus nunca responderá esta oração que você vem fazendo.
3. Nós é que precisamos abandonar estes amores e amar só a Deus.
4. Deus nos ajudará nisso, mas não pode fazer o que cabe a nós.
5. No filho pródigo ele lembrou do amor do pai para com os empregados. “ na casa do meu pai os empregados têm fartura e eu que sou filho padeço de fome”.
6. É isso que Deus faz para nos ajudar a abandonar nossos amores.
a) Ele nos faz lembrar do amor Dele pelos mais miseráveis
b) e nos faz lembrar sobre o privilégio que podemos ter como filhos.
7. Percebe. O prazer pelo pecado precisa acabar.
8. Enquanto isso não acontece desejaremos as bolotas de porcos ao invés dos manjares da mesa do Pai.
9. Quando reconheço que tais pecados danificam minha relação de filho com Deus, então eu volto.
MAS COMO VOLTAMOS? GERALMENTE COM MENTALIDADE DE ESCRAVO.
• Como o pai me recebe? Como filho fazendo festa para nós.
• O Pai está vigiando para ver sua iniciativa de derrubar o muro e retpornar.
• Ele não esperou o filho se aproximar, mas correu ao encontro do filho. Bastou um gesto.
• Enquanto o Pai está nos beijando e nos abraçando de felicidade por termos abandonado o pecado para amá-lo, estamos tentando prestar contas de escravo. “Trata-me como escravo”
• Mas o Pai nem escuta estas nossas asneiras.
• Ele muda nossas vestes, calça nossos pés, coloca-nos o anel de príncipe e faz festa para nós.
• Sua alegria é incompreensível. Mas não por que pecamos, mas por que voltamos para Ele amando-o mais que antes.
• Como você acha que ficou a relação deste filho para com o pai?
• Certamente seu amor por ele nunca mais foi o mesmo. Cresceu poderosamente.
Assim eu ora para que seja também o seu.
PENSE
FILHOS COM MENTALIDADE DE ESCRAVO
(Rm.8.15,16)
1. Na escravidão, os filhos dos senhores eram criados juntos c/ os filho dos escravos.
2. Havia 1 escravo responsável p/ educação dos filhos dos senhores até maioridade
3. Este escravo era chamado de tutor ou aio.
4. Por isso o filho do senhor só se via como filho depois de adulto.
5. Paulo usa o mesmo sentido em (Gl.3.24,25) p/ compreendermos a lei e a graça
Gl.3:24 “De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé. Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio.”
6. A mudança da lei para a graça, representa nosso estado de escravos para filhos.
E o que a idéia entre escravos e filhos nos ensina o evangelho da graça?
I. NÃO HÁ DIFERENÇA ENTRE ESCRAVOS E FILHOS SE AINDA SOMOS MENINOS. (Gl.4.1) (Base bíblica)
1. Mesmo sendo filhos de Deus, podemos não experimentar isso e vivermos como escravos.
2. Éramos meninos quando andávamos debaixo da Lei. (v.2)
3. Então sendo filhos, por estar debaixo da lei, vivíamos como escravos.(v.3)
4. Mas veio o tempo determinado e hoje não somos mais meninos.
5. Assim não podemos mais nos vê como escravos. (v.4)
6. Recebemos o espírito da adoção (v.5).
7. Para que tivéssemos certeza disso no íntimo, Deus nos deu um confirmador (v.6). (Rm.8.15,16).
“ Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.”
8. Por isso não somos + escravos, mas sim filhos herdeiros de Deus no filho Jesus.
9. Quando não conhecíamos a Deus como Pai, servíamos como escravos ao pecado (ídolos) (v.8).
10. Mas depois de conhecermos Deus como Pai, não podemos voltar a ter uma mentalidade de escravo (v.9).
Por que? A mensagem do Evangelho é a seguinte:
II. DEUS NOS ACEITA COMO FILHOS POR CAUSA DE JESUS.
1. Cristo veio a terra como Filho unigênito (Jo.3.16). Mas subiu aos céus como Filho primogênito (Rm.8.29).
“ Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.”
2. Por que isso aconteceu?
3. R: Deus ama e aceita aos pecadores que crêem, como se tivessem feito tudo aquilo que seu Único Filho fez – por isso Ele nos aceita como filhos.
4. Os méritos de Cristo são conferidos a você.
5. Por isso ao olhar p/ nós Deus não vê 1 bando de pecadores. Deus vê seu Filho
6. Por isso também quando Deus responde 1 oração sua, não é sua oração que Ele responde, mas a do seu Filho, quando você ora crendo nos méritos de Cristo.
7. “E quando eu peco? O que Deus vê” R: Ele vê Jesus pendurado numa cruz pagando por seu pecado.
8. Você diz: “eu já sei disso”. Mas não é suficiente que você saiba que foi justificado e adotado por Deus em Cristo. Você precisa experimentar isso!
Por isso precisamos entender um terceiro ponto
III. Ñ PODEMOS TER MENTALIDADE DE ESCRAVO E FILHO AO MESMO TEMPO.
Existe Duas Formas De Se Viver:
1. A forma religiosa e o evangelho.
2. Como escravo – cheio de medo ou como filho cheio de fé que age por amor.
3. Sob a lei ou sob a graça.
4. Tanto crente como incrédulo podem viver como escravos. Em escravidão e medo.
a) O incrédulo sob a escravidão do pecado e medo de não ser feliz s/ eles.
b) O crente sob a escravidão da lei e medo de não ser aceito por Deus se não cumpri-la.
7. Mas o texto diz: Rm.8. 15 “Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai.”
8. Não podemos confiar nestas duas maneiras de viver. Ambos estão perdidos.
Rm.2.12 Assim, pois, todos os que pecaram sem lei também sem lei perecerão; e todos os que com lei pecaram mediante lei serão julgados.
9. É muito fácil cair e viver como escravos, mesmo que sejamos filhos.
10. É como esquecer que não estamos sob a lei e vivermos como se estivéssemos.
A maioria dos crentes que conheço vivem assim.
11. Para isso mudar 2 coisas precisam acontecer em nós: arrependimento e fé.
Nos arrepender não só dos nossos pecados, mas também das nossas obras.
Arrependimento: identificar nossos ídolos e mata-los.
Cl.3.5 “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria”
12. Fé: Crer que só Jesus é a nossa justiça e salvação.
É crer completamente que somos aceito por Deus somente p/ que Jesus fez.
IV. POR QUE VIVEMOS COMO ESCRAVOS MESMO DEPOIS DE SERMOS FILHOS?
1. Por que o filho confia no amor do pai. O escravo confia em seus próprios serviços.
Se você vive em espírito de temor, é por que confia em suas obras.
E Se você tranqüilamente não almejando fazer nada p/ Deus, não vive em temor... mas também não vive em amor.
2. O filho quando erra, sabe que magoa o pai, e que será disciplinado. Mas nunca perderá a condição de filho.
3. O escravo quando erra, sabe que será punido e lançado fora.
“Mas isso não nos fará a viver uma vida relaxada de pecado?”
4. Se alguém vive 1 vida relaxada de pecado, não é filho, mas escravo... do pecado.
5. Um filho de Deus vive em amor.
6. O amor do pai o constrange a viver em santidade
7. Ele não busca algo de fora para agradar e receber o amor do Pai.
8. O amor do Pai que está nele, flui p/ fora expressando 1 vida de amor e gratidão.
9. O que disse o filho pródigo quando caiu em si? “trata-me como um escravo”
10. Ele era filho, mas pelo pecado e distancia do Pai tinha mentalidade de escravo.
O nosso pecado e distancia do Pai, nos faz ter este tipo de mentalidade.
11. Muitas pessoas são usadas p/ Deus e dizem que com isso têm intimidade com Ele.
12. Mas vivem 1 vida de apreensão e medo pois se vêem como escravos e não filhos.
13. Olha p/ o Pai do filho pródigo e veja q ele não o tratou como escravo, mas filho.
Ele correu ao seu encontro e o beijou.
Trocou suas roupas de imundas e lhe deu vestes limpas.
Tirou dele a marca da vergonha e lhe deu um anel como selo de honra.
Lavou-lhe os pés sujos da iniqüidade e lhe deu calçados da salvação.
14. O pecado do filho não o fez menos amado. Ele apenas sofreu e se desiludiu.
15. Seu retorno foi uma festa de graça. E sua relação com Pai nunca + foi a mesma.
Você quer se arrepender nesta noite não só dos seus pecados, mas também de suas boas obras como confiança para salvação?
Veja-te não como o mundo t vê. Não como o diabo t vê. Como você tem se visto.
Veja-te como o Pai te vê em Cristo. UM FILHO AMADO DELE.
1. Na escravidão, os filhos dos senhores eram criados juntos c/ os filho dos escravos.
2. Havia 1 escravo responsável p/ educação dos filhos dos senhores até maioridade
3. Este escravo era chamado de tutor ou aio.
4. Por isso o filho do senhor só se via como filho depois de adulto.
5. Paulo usa o mesmo sentido em (Gl.3.24,25) p/ compreendermos a lei e a graça
Gl.3:24 “De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé. Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio.”
6. A mudança da lei para a graça, representa nosso estado de escravos para filhos.
E o que a idéia entre escravos e filhos nos ensina o evangelho da graça?
I. NÃO HÁ DIFERENÇA ENTRE ESCRAVOS E FILHOS SE AINDA SOMOS MENINOS. (Gl.4.1) (Base bíblica)
1. Mesmo sendo filhos de Deus, podemos não experimentar isso e vivermos como escravos.
2. Éramos meninos quando andávamos debaixo da Lei. (v.2)
3. Então sendo filhos, por estar debaixo da lei, vivíamos como escravos.(v.3)
4. Mas veio o tempo determinado e hoje não somos mais meninos.
5. Assim não podemos mais nos vê como escravos. (v.4)
6. Recebemos o espírito da adoção (v.5).
7. Para que tivéssemos certeza disso no íntimo, Deus nos deu um confirmador (v.6). (Rm.8.15,16).
“ Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.”
8. Por isso não somos + escravos, mas sim filhos herdeiros de Deus no filho Jesus.
9. Quando não conhecíamos a Deus como Pai, servíamos como escravos ao pecado (ídolos) (v.8).
10. Mas depois de conhecermos Deus como Pai, não podemos voltar a ter uma mentalidade de escravo (v.9).
Por que? A mensagem do Evangelho é a seguinte:
II. DEUS NOS ACEITA COMO FILHOS POR CAUSA DE JESUS.
1. Cristo veio a terra como Filho unigênito (Jo.3.16). Mas subiu aos céus como Filho primogênito (Rm.8.29).
“ Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.”
2. Por que isso aconteceu?
3. R: Deus ama e aceita aos pecadores que crêem, como se tivessem feito tudo aquilo que seu Único Filho fez – por isso Ele nos aceita como filhos.
4. Os méritos de Cristo são conferidos a você.
5. Por isso ao olhar p/ nós Deus não vê 1 bando de pecadores. Deus vê seu Filho
6. Por isso também quando Deus responde 1 oração sua, não é sua oração que Ele responde, mas a do seu Filho, quando você ora crendo nos méritos de Cristo.
7. “E quando eu peco? O que Deus vê” R: Ele vê Jesus pendurado numa cruz pagando por seu pecado.
8. Você diz: “eu já sei disso”. Mas não é suficiente que você saiba que foi justificado e adotado por Deus em Cristo. Você precisa experimentar isso!
Por isso precisamos entender um terceiro ponto
III. Ñ PODEMOS TER MENTALIDADE DE ESCRAVO E FILHO AO MESMO TEMPO.
Existe Duas Formas De Se Viver:
1. A forma religiosa e o evangelho.
2. Como escravo – cheio de medo ou como filho cheio de fé que age por amor.
3. Sob a lei ou sob a graça.
4. Tanto crente como incrédulo podem viver como escravos. Em escravidão e medo.
a) O incrédulo sob a escravidão do pecado e medo de não ser feliz s/ eles.
b) O crente sob a escravidão da lei e medo de não ser aceito por Deus se não cumpri-la.
7. Mas o texto diz: Rm.8. 15 “Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai.”
8. Não podemos confiar nestas duas maneiras de viver. Ambos estão perdidos.
Rm.2.12 Assim, pois, todos os que pecaram sem lei também sem lei perecerão; e todos os que com lei pecaram mediante lei serão julgados.
9. É muito fácil cair e viver como escravos, mesmo que sejamos filhos.
10. É como esquecer que não estamos sob a lei e vivermos como se estivéssemos.
A maioria dos crentes que conheço vivem assim.
11. Para isso mudar 2 coisas precisam acontecer em nós: arrependimento e fé.
Nos arrepender não só dos nossos pecados, mas também das nossas obras.
Arrependimento: identificar nossos ídolos e mata-los.
Cl.3.5 “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria”
12. Fé: Crer que só Jesus é a nossa justiça e salvação.
É crer completamente que somos aceito por Deus somente p/ que Jesus fez.
IV. POR QUE VIVEMOS COMO ESCRAVOS MESMO DEPOIS DE SERMOS FILHOS?
1. Por que o filho confia no amor do pai. O escravo confia em seus próprios serviços.
Se você vive em espírito de temor, é por que confia em suas obras.
E Se você tranqüilamente não almejando fazer nada p/ Deus, não vive em temor... mas também não vive em amor.
2. O filho quando erra, sabe que magoa o pai, e que será disciplinado. Mas nunca perderá a condição de filho.
3. O escravo quando erra, sabe que será punido e lançado fora.
“Mas isso não nos fará a viver uma vida relaxada de pecado?”
4. Se alguém vive 1 vida relaxada de pecado, não é filho, mas escravo... do pecado.
5. Um filho de Deus vive em amor.
6. O amor do pai o constrange a viver em santidade
7. Ele não busca algo de fora para agradar e receber o amor do Pai.
8. O amor do Pai que está nele, flui p/ fora expressando 1 vida de amor e gratidão.
9. O que disse o filho pródigo quando caiu em si? “trata-me como um escravo”
10. Ele era filho, mas pelo pecado e distancia do Pai tinha mentalidade de escravo.
O nosso pecado e distancia do Pai, nos faz ter este tipo de mentalidade.
11. Muitas pessoas são usadas p/ Deus e dizem que com isso têm intimidade com Ele.
12. Mas vivem 1 vida de apreensão e medo pois se vêem como escravos e não filhos.
13. Olha p/ o Pai do filho pródigo e veja q ele não o tratou como escravo, mas filho.
Ele correu ao seu encontro e o beijou.
Trocou suas roupas de imundas e lhe deu vestes limpas.
Tirou dele a marca da vergonha e lhe deu um anel como selo de honra.
Lavou-lhe os pés sujos da iniqüidade e lhe deu calçados da salvação.
14. O pecado do filho não o fez menos amado. Ele apenas sofreu e se desiludiu.
15. Seu retorno foi uma festa de graça. E sua relação com Pai nunca + foi a mesma.
Você quer se arrepender nesta noite não só dos seus pecados, mas também de suas boas obras como confiança para salvação?
Veja-te não como o mundo t vê. Não como o diabo t vê. Como você tem se visto.
Veja-te como o Pai te vê em Cristo. UM FILHO AMADO DELE.
A PODEROSA MENSAGEM DA CRUZ
1 Coríntios 1:18 Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus.
1. Imagine que você cometa um delito muito grave contra alguém.
2. Nisto você foge e se esconde em casa entre os braços da sua mãe.
3. Aquele que foi terrivelmente prejudicado, com uma arma, te busca e te encontra protegido por sua mãe.
4. Ele aponta a arma contra você, porém sua mão se dá a morrer em seu lugar.
5. O ofendido de fato atira e mata sua mãe. Diante de você.
6. O sangue dele mancha sua rouba, mas você sai ileso.
7. O ofendido então vai embora deixando a arma pendurada na parede.
8. O que você veria toda vez que olhasse para aquela arma? Eu digo:
a) A gravidade do seu erro.
b) A inocência da sua mãe
c) E o grande amor dela por você.
• A cruz trás em sua mensagem o mesmo sentido.
• Ela é a emblema do meu pecado, e também da minha salvação.
• Não podemos perder ela de vista e crer em sua poderosa mensagem.
Por que é importante você crer na cruz?
Ao Olhar para a cruz
I. PERCEBO MINHA INFINITA PECAMINOSIDADE E COMPLETA INCAPACIDADE DE ME SALVAR
1. Se meu pecado fosse simples Deus não precisaria ter feito o que fez.
2. A necessidade Dele ter enviado Jesus a morrer por mim, revela a terrível conseqüência do meu pecado.
3. No mesmo percebo minha completa incapacidade de salvação.
4. Se eu pudesse fazer alguma coisa para resolver a dívida do meu pecado, Deus não teria feito o que fez.
5. Se houvesse alguma obra que eu pudesse fazer para ser salvo, Cristo ao precisava ter feito o que fez.
II. PERCEBO A INFINITA SANTIDADE DE DEUS E SEU JUSTO DIREITO DE PUNIR MEU PECADO
1. A santidade de Deus exigiu que ele punisse o nosso pecado em Seu Filho.
2. Se pudesse ser evitado a punição do pecado, Deus não teria punido Cristo.
3. Isso me faz gelar ao perceber o perigo que escapei.
4. Se Deus não punisse nosso pecado, não estaria sendo justo.
5. Meu pecado punido em Cristo mostra o quanto é sério a santidade de Deus.
6. A cruz mostrar aquilo que foi inevitável.
a) O ladrão da cruz não sabia o que estava dizendo.
b) Os soldados não sabiam o que diziam.
c) Os religiosos não sabiam o que diziam
d) A multidão não entendia a inevitabilidade da sua morte.
e) Que aquilo seria a alternativa de salvá-los.
7. Assim também muitos crentes também não entendem a inevitável necessidade da cruz.
III. PERCEBO O INFINITO AMOR DE DEUS REVELADO EM ENVIAR CRISTO PARA RESOLVER O MEU PECADO.
1. Se Deus não me amasse, tendo eu pecado, não necessitaria a cruz.
2. Seu Filho não precisaria ter encarnado, humilhado, sofrido e morto.
3. Bastaria ele ser justo e me condenar ao inferno.
4. Porém quando olho para aquilo que Deus inevitavelmente teve que fazer para me salvar, percebo o quanto Ele me ama incondicionalmente.
• Diante de tudo isso o que eu posso fazer?
• Como Devo viver?
• Qual deve ser minha relação com Deus?
• Como é que eu posso viver insatisfeito ainda?
• Como é que eu posso reclamar ainda?
• O que mais eu quero de Deus?
• Por que tenho tanta dificuldade de servi-lo como a bíblia me orienta?
• Por que vivo lutando contra o desânimo espiritual?
5. A resposta para tudo isso e todos os nossos problemas espirituais está no fato de que não creio na cruz.
6. Ouço falar da salvação pela cruz, mas não penetra no coração.
7. Estou tão obcecado c/ meu bem está q não abro o coração p/ estas verdades.
8. Meu egoísmo é tão grande que não consigo ver + nada.
9. Viver a vida cristã s/ a mensagem da cruz no coração, resulta em viver ingratidão.
10. Sempre reclamando, com medo, com orgulho, com desânimo.
11. Precisando de uma benção específica p/ poder está satisfeito com Deus.
12. Quando tais bênçãos não chegam fico ocultamente insatisfeito.
Perceba como precisamos da mensagem da cruz?
Como não podemos perdê-la de vista?
Se as verdades que preguei aqui, não mexem em você por dentro te levando ao amor e gratidão, é sinal que sua alma não crer em nada disso.
Não sei como você ver a cruz quando ouve falar dela, mas certamente vê que ele não tem nada a ver consigo.
Não consegue perceber que aquela cruz só foi levantada por sua causa.
Seu coração está tão endurecido que estas verdades não penetram nele.
O que fazer então?
A 1ª. Coisa é reconhecer este teu coração endurecido. Reconhecer que você precisa de um milagre de Deus para receber estas verdades e seres salvo.
2º. Clamar humilde e desesperadamente para que Deus envie o Teu Espírito em seu coração e lhe ilumine estas verdades.
1. Imagine que você cometa um delito muito grave contra alguém.
2. Nisto você foge e se esconde em casa entre os braços da sua mãe.
3. Aquele que foi terrivelmente prejudicado, com uma arma, te busca e te encontra protegido por sua mãe.
4. Ele aponta a arma contra você, porém sua mão se dá a morrer em seu lugar.
5. O ofendido de fato atira e mata sua mãe. Diante de você.
6. O sangue dele mancha sua rouba, mas você sai ileso.
7. O ofendido então vai embora deixando a arma pendurada na parede.
8. O que você veria toda vez que olhasse para aquela arma? Eu digo:
a) A gravidade do seu erro.
b) A inocência da sua mãe
c) E o grande amor dela por você.
• A cruz trás em sua mensagem o mesmo sentido.
• Ela é a emblema do meu pecado, e também da minha salvação.
• Não podemos perder ela de vista e crer em sua poderosa mensagem.
Por que é importante você crer na cruz?
Ao Olhar para a cruz
I. PERCEBO MINHA INFINITA PECAMINOSIDADE E COMPLETA INCAPACIDADE DE ME SALVAR
1. Se meu pecado fosse simples Deus não precisaria ter feito o que fez.
2. A necessidade Dele ter enviado Jesus a morrer por mim, revela a terrível conseqüência do meu pecado.
3. No mesmo percebo minha completa incapacidade de salvação.
4. Se eu pudesse fazer alguma coisa para resolver a dívida do meu pecado, Deus não teria feito o que fez.
5. Se houvesse alguma obra que eu pudesse fazer para ser salvo, Cristo ao precisava ter feito o que fez.
II. PERCEBO A INFINITA SANTIDADE DE DEUS E SEU JUSTO DIREITO DE PUNIR MEU PECADO
1. A santidade de Deus exigiu que ele punisse o nosso pecado em Seu Filho.
2. Se pudesse ser evitado a punição do pecado, Deus não teria punido Cristo.
3. Isso me faz gelar ao perceber o perigo que escapei.
4. Se Deus não punisse nosso pecado, não estaria sendo justo.
5. Meu pecado punido em Cristo mostra o quanto é sério a santidade de Deus.
6. A cruz mostrar aquilo que foi inevitável.
a) O ladrão da cruz não sabia o que estava dizendo.
b) Os soldados não sabiam o que diziam.
c) Os religiosos não sabiam o que diziam
d) A multidão não entendia a inevitabilidade da sua morte.
e) Que aquilo seria a alternativa de salvá-los.
7. Assim também muitos crentes também não entendem a inevitável necessidade da cruz.
III. PERCEBO O INFINITO AMOR DE DEUS REVELADO EM ENVIAR CRISTO PARA RESOLVER O MEU PECADO.
1. Se Deus não me amasse, tendo eu pecado, não necessitaria a cruz.
2. Seu Filho não precisaria ter encarnado, humilhado, sofrido e morto.
3. Bastaria ele ser justo e me condenar ao inferno.
4. Porém quando olho para aquilo que Deus inevitavelmente teve que fazer para me salvar, percebo o quanto Ele me ama incondicionalmente.
• Diante de tudo isso o que eu posso fazer?
• Como Devo viver?
• Qual deve ser minha relação com Deus?
• Como é que eu posso viver insatisfeito ainda?
• Como é que eu posso reclamar ainda?
• O que mais eu quero de Deus?
• Por que tenho tanta dificuldade de servi-lo como a bíblia me orienta?
• Por que vivo lutando contra o desânimo espiritual?
5. A resposta para tudo isso e todos os nossos problemas espirituais está no fato de que não creio na cruz.
6. Ouço falar da salvação pela cruz, mas não penetra no coração.
7. Estou tão obcecado c/ meu bem está q não abro o coração p/ estas verdades.
8. Meu egoísmo é tão grande que não consigo ver + nada.
9. Viver a vida cristã s/ a mensagem da cruz no coração, resulta em viver ingratidão.
10. Sempre reclamando, com medo, com orgulho, com desânimo.
11. Precisando de uma benção específica p/ poder está satisfeito com Deus.
12. Quando tais bênçãos não chegam fico ocultamente insatisfeito.
Perceba como precisamos da mensagem da cruz?
Como não podemos perdê-la de vista?
Se as verdades que preguei aqui, não mexem em você por dentro te levando ao amor e gratidão, é sinal que sua alma não crer em nada disso.
Não sei como você ver a cruz quando ouve falar dela, mas certamente vê que ele não tem nada a ver consigo.
Não consegue perceber que aquela cruz só foi levantada por sua causa.
Seu coração está tão endurecido que estas verdades não penetram nele.
O que fazer então?
A 1ª. Coisa é reconhecer este teu coração endurecido. Reconhecer que você precisa de um milagre de Deus para receber estas verdades e seres salvo.
2º. Clamar humilde e desesperadamente para que Deus envie o Teu Espírito em seu coração e lhe ilumine estas verdades.
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